quarta-feira, 13 de junho de 2012

A insignificância da pessoa só

Li um texto que relatava a reunião de um jovem em busca de seu primeiro emprego e o diretor da empresa onde pretendia consegui-lo. Na conversa o jovem procurava convencer o empresário de que era o candidato mais preparado, comentando sobre todos os cursos que havia cursado e sempre nas melhores escolas.
Em dado momento o homem pediu-lhe para ver suas mãos – lisas e delicadas -, próprias de um estudante que nunca havia trabalhado e perguntou-lhe se já havia olhado para as mãos de seus pais. O jovem explicou então que não possuía pai há muitos anos, que falecera quando tinha apenas um ano e que sua mãe o criara – e aos outros três irmãos que ainda estudavam -, lavando roupas de terceiros, mas que realmente nunca havia olhado para suas mãos.
Perguntado se já a ajudara em sua tarefa o rapaz disse que ela nunca o permitira, dizendo que queria que ele estudasse bastante e que um dia fosse um “doutor”. Foi então aconselhado a fazer isso e voltar no outro dia para continuarem com a entrevista.
Ao solicitar isso, causou curiosidade em sua mãe que, constrangida, deu-lhe as mãos ásperas, calejadas e com várias cicatrizes para que fossem vistas e lavadas. Observando aquelas mãos feridas e em certos pontos doloridas até pelo simples contato com a água que a limpava, o jovem chorou e, pedindo perdão, agradeceu tudo o que a mãe havia lhe proporcionado com seu sacrifício.
Era a primeira vez que ele se dava conta dos sacrifícios realizados por ela para pagar suas mensalidades e que as cicatrizes e calos eram as marcas do preço pago para que hoje, com sua excelência de formação acadêmica, fosse o escolhido para o primeiro emprego. Naquele dia ele lavou todas as roupas, pedindo para a mãe descansar e durante aquela noite conversaram como nunca o haviam feito.
Ao voltar no dia seguinte e contar ao diretor que aprendera o que provavelmente seria a maior lição de sua vida, assumiu o emprego desejado, ouvindo de seu chefe o conselho, de nunca se esquecer de valorizar aqueles que trabalhavam para ele, pois sem eles nunca seria ninguém e que jamais teria sequer uma camisa limpa e bem passada para ir trabalhar, sem o sacrifício de alguém.
Ouviu ainda que ao acordar e desfrutar de seu café da manhã com o pão, a manteiga e o leite, deveria lembrar-se que nada disso lá estaria sem que outras pessoas tivessem plantado o trigo, criado a vaca, tirado o leite, feito a manteiga e o pão, transportado e comercializado esses produtos e alguém os houvesse colocado na mesa para que ele pudesse deles se servir.
Quantas vezes passamos pelas pessoas sem sequer observá-las? Quando dizemos ao ascensorista do elevador que nos transporta algo além do andar para onde queremos ir ou além do prato que desejamos para um garçom, mais que um bom dia ou boa tarde ao porteiro do prédio onde moramos ou trabalhamos e cumprimentamos um gari por quem passamos, mesmo sabendo que sem eles não poderíamos viver em comunidade e que tudo estaria apodrecendo e fétido à nossa volta?
A maioria das pessoas não enxerga que, para sua alimentação, vestimenta, trabalho, transporte, diversão, moradia ou mesmo para que procrie, ninguém possui algo ou sobrevive sem a participação de outros e que basta olhar a sua volta para perceber que sempre estará devendo agradecimentos ou pedidos de desculpas a alguém.
Nem mesmo as mais modernas tecnologias são capazes de alterar nossa dependência de outras pessoas – que muitas vezes sofrem por nós -, pois diferente da maioria dos animais, o ser humano já nasce precisando de alguém que amarre e corte seu cordão umbilical, que o agasalhe e amamente ou sequer sobreviveria.
O reconhecimento de nossa insignificância quando estamos sozinhos é o primeiro passo para que nos tornemos dignos das ajudas diariamente recebidas.
 http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/06/01/a-insignificancia-da-pessoa-so/

O aprendizado em três gerações

A maioria das pessoas, quando ainda muito jovens já se sentem no direito de discordar de seus pais, de adultos e até de idosos bem mais vividos e experientes do que eles.
É aquela fase do jovem “aborrecente”, que pensa já saber de tudo e bem mais do que os outros “velhos, quadrados e ultrapassados”, que não sabem de nada, que nasceram no “tempo da onça”, quando nem computadores, celulares ou internet existiam.
Que pensa ser muito superior aos mais velhos, simplesmente porque sabe utilizar vários programas de informática ou manusear com facilidade os controles remotos e os novos jogos eletrônicos que seus pais não sabiam sequer que existiam.
Muitas vezes julgam até as atitudes profissionais e comerciais de seus pais, dizendo-lhes como deveriam agir para trabalhar menos e ganhar mais, pois com aquela idade certamente já estariam muito ricos.
Durante essa fase esses jovens sabidos, revoltados por ainda terem de se submeter à determinação dos pais, erram bastante e desnecessariamente, simplesmente por não conseguirem entender que os mais velhos os orientam com amor, exatamente tentando evitar que tropecem ou caiam nos caminhos já conhecidos ou até já experimentados pelos próprios.
Normalmente esse entendimento só ocorre após o nascimento de seu próprio filho, quando sentem por ele o que seus pais sentiram desde a primeira vez que o viram, das noites em claro que passaram sem entender o motivo de seus choros, cuidando de suas dores, febres, inflamações e infecções, até que seu pequeno corpo fosse mais forte e capaz de criar as próprias defesas imunológicas.
A partir desse momento, passam a entender os motivos de certos comportamentos de seus pais que os revoltavam, mas agora fazem o mesmo com seus filhos, insistindo nas orientações sobre a importância dos estudos, das boas companhias, dos motivos para que se mantenham afastado de outras, do risco das drogas e tantas outras recomendações que frequentemente ouviam de seus pais.
Assumindo as responsabilidades de um lar, por vezes se lembram de quantas vezes reclamaram de suas roupas, calçados ou do tempero da comida, sem jamais questionarem quanto custou a seus pais colocar tudo isso à sua disposição.
Começam a entender os motivos pelos quais seus pais tanto pensavam no futuro, no plano de saúde, na escolha das escolas onde estudariam, nas economias para o pagamento de sua faculdade particular e na preocupação com a escolha que faria de sua futura profissão.
Esses jovens – como a maioria de nós -, passaram todo o tempo que viveram junto de seus pais sem entendê-los e discordando deles, perdendo assim a oportunidade de aprender com quem lhes ensinaria com amor, mas só percebem isso quando passam pela mesma experiência, sentindo agora que a discordância dos seus próprios filhos e o fato deles não seguirem muitas de suas recomendações, o que faz com que errem onde não seria necessário.
Tentando fazê-lo entender que no futuro também se arrependerá, o agora pai conta então a seu filho como atualmente se arrepende, de não ter ouvido os mais velhos.
A história se repete geração após geração, com os mais jovens pensando saber mais que os mais velhos, até que sejam eles próprios os mais velhos.
http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/06/04/o-aprendizado-em-tres-geracoes/

As regras de convivência

Certa vez uma pessoa me disse sempre se lembrar de uma imagem que lhe ficou gravada na memória ainda durante sua infância: a dos animais de tração, nos quais são colocados tapa-olhos laterais, para que não consigam ver nada ao seu lado, que concentrem os olhares no horizonte à frente e dessa forma sejam levados a realizar trabalhos que jamais fariam caso soubessem o que estavam fazendo.
Sem que percebamos, no decorrer da vida vamos adquirindo hábitos bons e outros nem sempre recomendáveis, como os modos agressivos de nos expressar, agir ou reagir, conceitos e pré-conceitos sobre tudo e todos ou nos impondo diversas regras que um dia saberemos não terem nenhuma utilidade.
Por esses motivos, em algumas oportunidades tomamos atitudes, dizemos ou escrevemos coisas que não são bem entendidas por quem as vê, ouve ou lê, pois muitas vezes as pessoas entendem o que se fez, disse ou escreveu, de forma totalmente diversa entre elas e também distinta da verdadeira intenção do autor das ações, palavras ou textos.
Entretanto, quando por natureza ou por formação possuímos comportamentos mais rígidos, os que nos são próximos e até os muito queridos passam a interpretar nossas atitudes, palavras e escritas também sem nenhuma flexibilidade, imaginando que queríamos mostrar ou dizer algo diferente do que realmente fizemos.
Diversas coisas nos são ensinadas ou impostas como necessárias, quando muitas são inúteis, guardadas desnecessariamente em nossas gavetas mentais, ocupando espaços que poderiam estar ocupados com algo mais interessante ou limpos e abertos para aprendizados mais importantes.
Se pensarmos nas regras de convivência que nos foram transmitidas durante a vida, assimiladas da maneira como as entendemos e naquelas criadas por nós e adicionadas à listagem geral, veremos que estamos como os animais com os tapa-olhos, pois poucas foram as realmente úteis, mas muitos foram os maus hábitos adquiridos.
Quantas vezes já dissemos palavras desnecessárias, agressivas, que não produziram os efeitos desejados e pioraram as situações?
Explicamos algo que não foi corretamente entendido, muitas vezes provocando afastamentos desnecessários de pessoas, simplesmente por não termos buscado esclarecer?
Ou deixamos de dizer abertamente o que estávamos pensando ou sentindo, perdendo grandes oportunidades que talvez nunca mais voltem?
Sempre pensei que não se deve dizer a uma pessoa que ela “tem que”, pois ninguém deve ser obrigado a algo e em conversas com os que me cercam dizia que quando ouvia isso, logo me vinha a vontade de dizer que agora é que “não tenho que mais nada”, pois ninguém me obrigará a fazer o que não desejo.
Mas há muito aprendi que regras imutáveis de convivência não existem. O que expressamos hoje, pode não ser o mesmo que estaremos pensando amanhã. O que é válido hoje provavelmente já não o será na próxima década.
A evolução humana é uma constante e graças a ela hoje não estamos como os animais que usam tapa-olhos, olhando somente para o que está à nossa frente, sem acreditar na existência de algo além do horizonte que enxergamos.
Nos mais diversos tipos de relacionamentos humanos, a regra que sempre deve estar presente é o bom senso.
 http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/06/08/as-regras-de-convivencia/

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Medalla a la Integración Simón Bolívar



O Secretário de Educação de Serra Talhada, Professor Israel Silveira, recebeu da Câmara Internacional de Pesquisa e Integração Social – CIPIS, em Curitiba – PR, no dia 25 de maio, as láureas de La “Medalla a la Integración Simón Bolívar” (Medalha de Integração Simón Bolívar).
De acuerdo com en la CIPIS, la “Medalla a la Integración Simón Bolívar” representa el máximo reconocimiento y gratitud, por los dotes de honorabilidad, dignidad, trabajos y méritos profisionales, honor y amor a la humanidad.
            És concedida atravéz de la CIPIS, a hombres, mujeres, instituiciones o empresas que, incansablemente trabajan para la ampliación y consolidadión de la integración, biem como por su destaque en el rol de hechos y acontecimientos que engrandecem a su país y su gente, con dotes de lideranza y capacitación, probidad y méritos profisionales, fuerza de trabajo y calidad de productos, contribuindo para una américa latina:
            -única, unida, fuerte y competitiva en el mundo.
Simón Bolívar, Líder LatinoAmericano, nació en Caracas, Venezuela en 1783. Ampliamente reconocido en todo el mundo por su espíritu de liberdade, conquistó para el pueblo LatinoAmericano a tan sonhada independencia. Deja no solamente sus idéias, sino un importante llegado a la história de Latino América.
Conforme a CIPIS, a "Medalha de Integração Simon Bolívar" representa o maior reconhecimento e gratidão pelos dons de honra, dignidade, trabalho e profissionais de mérito como a honra e amor à humanidade.
            É concedida por meio da Cipis, homens, mulheres, instituicoes ou empresas, que trabalham incansavelmente para a expansão e integração consolidadión, BIEM e sua importância no papel de fatos e eventos que engrandecem a seu país e seu povo, liderança em habilidades e profissionais probidade, formação e mérito como o trabalho ea qualidade do produto, contribuindo para a América Latina:
            único, unido, forte e competitiva do mundo.
             Simon Bolivar líder latino-americano nasceu em Caracas, Venezuela em 1783. Amplamente reconhecido mundialmente por seu espírito de Liberdade, ganhou para o povo latino-americano a tão sonhada independência. Permite não só as suas Idéias, mas uma importante vir para a história da América Latina.
           Fonte: http://www.cipis.com.br/interna.php?subid=11

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Amor verdadeiro

Por alguma declaração ou atitude de um conhecido, amigo ou parente, apesar de aparentemente sequer a havermos notado, nossa relação com essa pessoa é um pouco ou totalmente alterada e dela nos afastamos ou aproximamos mais.
Iniciam-se assim as maiores ou menores afinidades, os afastamentos, as amizades e muitas vezes, quando menos esperamos ou mesmo sem entender o motivo pelo qual isso aconteceu, nossos sentimentos por uma pessoa são alterados.
Podemos sentir algum tipo de repulsa, carinho, amizade, atração, paixão, mas muito raramente sentiremos amor.
Na juventude surgem as primeiras pessoas que mesmo quando vistas pela primeira vez, nos provocam verdadeiras paixões e, no decorrer de nossas vidas, pessoas que julgávamos próximas se afastam e outras com quem tínhamos pouco contato se aproximam, tornando-se amigas.
Algumas que estavam ao lado como colegas de estudos, trabalho ou simplesmente conhecidas, podem passar a ocupar um espaço maior de tempo em nossos pensamentos e em diversos momentos delas nos lembrarmos com uma frequência muito maior do que antes, abrindo a possibilidade de com essas podermos experimentar outro tipo de relacionamento.
Por caminhos inesperados, diferentes e normalmente muito prazeirosos, os sentimentos nos aproximam de pessoas por quem não imaginávamos poder sentir carinho ou amizade, mas por algum motivo percebemos que são especiais, raras, que chegaram em nossa vida para ficar, tornando-se aquelas amigas que mesmo quando distantes jamais se ausentarão.
Em outras oportunidades somos por eles levados a nos apaixonar, viver momentos de alegrias, prazeres e até a pensar que estamos amando, o que normalmente não é verdadeiro.
O amor pleno, assim como só passamos a entendê-lo na maturidade, que envolve dedicação, concessão, carinho, amizade e cumplicidade, repleto de momentos felizes e inesquecíveis, é raro e provavelmente só ocorrerá uma única vez durante nossa vida.
Mas apesar de não existirem manuais de bom funcionamento ou garantias, para que possamos realmente viver um amor quando ele ocorre, algumas regras básicas precisam ser seguidas, como a não permissão de opiniões e interferências provenientes de amigos, parentes ou filhos – que poderão causar momentos tristes, doloridos, de constrangimento ou até o rompimento do casal -, pois nenhuma dessas pessoas, por mais importantes que sejam na vida de cada um, jamais suprirão a falta que um companheiro que nos ame fará em nossa vida e na velhice.
Entretanto, se alguns momentos tristes, choros, dores, palavras não ditas e sentimentos não demonstrados ocorrerem por motivos exclusivos dos dois, serão facilmente superadas pela vontade de um fazer o outro feliz, pois mesmo sendo incapazes de mudar, quando realmente amamos, sempre podemos melhorar.
E quando seu par demonstra que pretende ser uma pessoa melhor, continuar a seu lado e envelhecer com você, é uma demonstração inequícoca de que entre os dois já existem coisas mais importantes para serem avaliadas, levadas em consideração, do que os tropeços e erros que são facilmente perdoados e quando se ama verdadeiramente, novas chances sempre podem ser concedidas.
Não serão as conversas de terceiros, pequenos comportamentos dos quais discorda, os incidentes ou acidentes ocorridos durante a vida, que abalarão um verdadeiro e inesquecível amor.
Siga seu coração, seu instinto, e não permita que o amor passe sem vivê-lo plenamente.
 http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/05/25/amor-verdadeiro/

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Pessoas pequenas

“Se o passado de uma pessoa fosse o seu passado, se a dor dessa pessoa fosse a sua dor, se o nível de consciência dela fosse o seu, você pensaria e agiria exatamente como ela. Ao compreender isso, fica mais fácil perdoar, desenvolver a compaixão e alcançar a paz.” – Eckchart Tolle.
Procurando conhecer seu passado, saber de suas alegrias, tristezas e dores, os especialistas tentam entender o comportamento de pessoas que possuem algum distúrbio psicológico, desde as bipolares até as permanentemente ou por um período desequilibradas, que passam por momentos de ansiedade, de euforia, ou agem de forma distinta da socialmente esperada.
Sem nenhum conhecimento técnico sobre o assunto, imagino como deve ser difícil desvendar mistérios e, através do entendimento de traumas passados, buscar ajuda para pessoas que por algum motivo se tornaram o que são ou como se comportam.
Penso, entretanto, que certos comportamentos não podem ser explicados, ou desculpados por experiências anteriormente vividas, pois tenho conhecido pessoas que brincando ou sérias são infantis, desagradáveis ou até agressivas em sua vida social, no relacionamento com terceiros.
Algumas, emocionalmente desestabilizadas, tomam atitudes que não acrescentam nada à vida de ninguém ou à própria, mas outras são realmente más e fingindo-se emocionalmente fracas, conscientemente articulam criando falsas histórias para prejudicar pessoas.
Outras, mesmo fisicamente grandes e fortes, são pequenas ou até insignificantes em suas atitudes e caráter e aproveitando-se de todos saberem de seus problemas, agem como se estivessem desequilibradas mesmo em seus momentos de sanidade.
Independentemente de sua situação cultural, educacional, econômica ou social, elas normalmente terminam sua história com vergonha de seu passado ou percebendo que nada de útil construíram e, quando fazem uma autoanálise sentem-se frustradas e, no seu mais profundo íntimo, percebem sua inutilidade.
Sempre me disseram: “Não espere atitudes dignas ou nobres de pessoas que são pobres de espírito” e realmente não é difícil perceber que pessoas assim que tentam impor suas ideias, desejos e fantasias mesmo sabendo-as indignas, com gritos, lutas e todas as armas – geralmente sujas – que dispõem e em seus momentos de lucidez.
Posteriormente, percebendo o que fizeram muitas vezes se arrependem, mas geralmente agiram com tanta sujeira e covardia que seus pedidos de desculpas, súplicas não a tranquilizarão, pois o que te deixa em paz e feliz é o que silenciosamente diz para si mesmo e o permite dormir tranquilo, e não o que diz de sua boca para fora.
Pessoas assim, que nunca criaram ou produziram nada, que viveram à custa, explorando ou tentando prejudicar outras, cultivam ressentimentos e mágoas, não permitindo a cicatrização de suas feridas e não percebem que com suas calúnias e difamações, provocam o crescimento daquelas que pretendiam prejudicar, pois como as ostras que da cicatriz de suas feridas produzem pérolas, os feridos por palavras rudes, acusados injustamente, que receberam duros golpes ou foram injustiçados, sempre se fortalecem com suas experiências.
Esse fortalecimento, o crescimento humano, machuca ainda mais aqueles que vivem de articulações maldosas com a finalidade de prejudicar aqueles que em seu íntimo, admiram exatamente por sua força.
Os fortes não se igualam a pessoas que parecem árvores secas ou ostras vazias que, por nada produzirem, odeiam os frutos alheios.
 http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/05/21/pessoas-pequenas/

Concessões e doações

Conversando com um amigo sobre relacionamentos ouvi uma frase que me chamou bastante a atenção: “Com minha idade e as experiências pelas quais já passei, não estou mais disposto a fazer concessões em um novo relacionamento”.
Lembrei-me imediatamente de um texto que escrevi tempos atrás, comparando os relacionamentos a dois tipos de jogos: o vôlei e o frescobol.
No jogo de vôlei, nossa intenção é jogar a bola de maneira mais rápida possível em direção ao piso da quadra adversária e o mais longe possível do outro jogador para que ele não consiga rebatê-la, deixando que a mesma bata no chão e ganhemos um ou dois pontos toda vez que isso ocorre.
No frescobol, como intenção é a de jogar o maior tempo possível, com diversão e prazeres para ambos, jogamos a bola de maneira mais lenta e próxima possível daquele que conosco está jogando, para que ele tenha bastante facilidade de rebater a bola devolvendo-a e o jogo continue, pois se a mesma cair no chão o jogo acaba.
Apesar de algumas semelhanças, como as de serem jogados com raquetes e por duas pessoas, no vôlei medimos força, enquanto no frescobol somos parceiros.
Os relacionamentos são como esses jogos, pois podemos participar deles com atitudes e palavras carinhosas, de amizade, companheirismo, cumplicidade e estímulo, buscando a manutenção e continuidade do mesmo, ou tratando seu parceiro com ações e comentários ásperos, de modo a se tornar o vencedor de algo que não deveria sequer ter disputas, mas parcerias.
Quando uma pessoa pretende se relacionar afetivamente com outra, tornado-se seu amigo, namorado ou esposo e de início já impõe a condição de não fazer nenhum tipo de concessão, certamente não está disposta a prolongar o mesmo e sequer deveria iniciá-lo, pois não existe relacionamento sem concessões ou que sobreviva a uma política de estilo comercial, de negociações, condicionando suas atitudes a outras de sua parceira.
Não existem duas pessoas idênticas que pensem e ajam exatamente da mesma maneira, que gostem das mesmas coisas, alimentos, ambientes, climas, nos mesmos horários e com a mesma frequência. Elas foram criadas em locais e por pessoas diferentes, estudaram, se formaram, trabalham, possuem projetos de vida e se vestem de modo totalmente distintos.
É de se esperar, portanto, que pensem, desejem coisas e busquem objetivos distintos, o que tornaria sua convivência impossível sem concessões mútuas que faça aproximar suas maneiras de pensar, seus desejos e ambições.
Só com a maturidade percebemos que as concessões precisam ser uma constante, que sem elas nada permanece, mas com elas a amizade cresce e se aprofunda, surge o companheirismo e a cumplicidade nos relacionamentos entre pais e filhos, de amizades, afetivos ou comerciais.
E aprendemos também o valor das doações nos relacionamentos, pois só dando carinho, amizade, amor e dedicação, conseguimos ajudar na construção da felicidade dos que estão do nosso lado que, felizes, também buscarão promover a nossa felicidade.
Sem a intenção de fazer concessões e doações, não devemos sequer iniciar um relacionamento, pois o mesmo certamente fracassará.
 http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/05/18/concessoes-e-doacoes/

SERRA TALHADA - PE - II FÓRUM DE AÇÕES ARTICULADAS NA EDUCAÇÃO

SERRA TALHADA - PE - II FÓRUM DE AÇÕES ARTICULADAS NA EDUCAÇÃO
Foi realizado com muito sucesso no dia 04 de Novembro o II FÓRUM DE AÇÕES ARTICULADAS NA EDUCAÇÃO DE SERRA TALHADA - “POR UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA DAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS” – LOCAL: AUDITÓRIO DO COLÉGIO IMACULADA CONCEIÇÃO – ESCOLA NORMAL - REALIZAÇÃO: GOVERNO DE SERRA TALHADA - SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO – no qual se fez presente na abertura o Prefeito Dr. Carlos Evandro, o Vice-Prefeito Luciano Duque, Secretário de Agricultura Rafael Fernandes, o Secretário de Educação Israel Alves que conduziu junto com sua equipe da SME, todo evento e, os Palestrantes Professor José Nivaldo Monteiro dos Santos (Tema: A Influência Comportamental no Ser Humano e Suas Implicações na Educação), Professora Francisca Raquel Cavalcanti César de Souza (Tema: Interdisciplinaridade no Cotidiano Escolar), Filósofo José Ayrton Monteiro (Tema: Ensino Integral – A nova perspectiva de organização do espaço escolar), Professora Rosaline C. P. Paixão (Tema: Indicadores de Qualidade na Educação Infantil), Professora Herica Karina Cavalcanti de Lima (Tema: Alfabetização e Letramento da Pré – Escola ao 5º Ano do Ensino Fundamental), Professor Diógenes Maclyne (Tema: Avaliações Sistêmicas Educacionais), Professor Wagner Dias Vasconcelos (Tema: A Tecnologia da Informação a Serviço do Educador), Professora Luciana Vieira Demery (Tema: Educação de Jovens e Adultos – Sucessos e Insucessos) e o Professor Paulo Roberto Souza Ramos (Tema: Educação Inclusiva). No evento se fez presente mais de 600 (seiscentos) educadores, tendo iniciado as 09h e sendo concluído as 18h30min.


Professor Nivaldo Monteiro, Prefeito de Serra Talhada Dr. Carlos Evandro, Vice-Prefeito Luciano Duque.


Professores Nivaldo Monteiro e Israel Alves - Secretário de Educação de Serra Talhada

PROFESSOR NIVALDO MONTEIRO E MANOEL GOMES - SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DE OROBÓ - PE

PROFESSOR NIVALDO MONTEIRO E MANOEL GOMES - SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO  DE OROBÓ - PE
No dia 05 de Novembro de 2011, estaremos iniciando cursos de Pós-Graduação pela FACULDADE ANCHIETA, nesta cidade com apoio do Sr. Secretário de Educação do Município, Manoel Gomes Barbosa, que estava presente no Encontro do PAR - MEC em Pesqueira - PE e, em breve estarei realizando uma PALESTRA para os PROFESSORES da rede Municipal desta cidade.

CAPACITAÇÃO - Do Lúdico ao Abstrato: Formação de Conceitos Matemáticos - CASINHAS - PE

CAPACITAÇÃO - Do Lúdico ao Abstrato: Formação de Conceitos Matemáticos - CASINHAS - PE
Capacitação para Educadores de Matemática do Ensino Fundamental I e II da Rede Municipal, no dia 24 de novembro de 2011, pelo PROFAE - Programa de Formação e Atualização Educacional.

PALESTRA - DROGAS: UM CAMINHO SEM VOLTA - CRAS - SERRA NEGRA - BEZERROS - PE

PALESTRA - DROGAS: UM CAMINHO SEM VOLTA - CRAS - SERRA NEGRA - BEZERROS - PE
Palestra realizada no dia 29 de novembro de 2011 no CRAS - Serra Negra - Bezerros - PE - com a presença de jovens da comunidade e equipe profissional, Gestora, Assistente Social, Psicóloga, Professores e demais Assistentes.

PALESTRA NO CEMAIC - BEZERROS - PE

PALESTRA NO CEMAIC - BEZERROS - PE
No dia 13 de dezembro de 2011 em - BEZERROS - PE, foram realizadas as PALESTRAS com os TEMAS: SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA e DROGAS NA ADOLESCÊNCIA: UM CAMINHO SEM VOLTA, no – CEMAIC, na qual fizeram-se presentes Professores e alunos do Ensino Fundamental II, num total de 120, aproximadamente.

PALESTRA NA ESCOLA MUNICIPAL NELSON CASTANHA - ENCRUZILHADA - BEZERROS - PE

PALESTRA NA ESCOLA MUNICIPAL NELSON CASTANHA - ENCRUZILHADA - BEZERROS - PE
No dia 14 de dezembro de 2011 em - BEZERROS - PE, foram realizadas as PALESTRAS com os TEMAS: SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA e DROGAS NA ADOLESCÊNCIA: UM CAMINHO SEM VOLTA, na ESCOLA MUNICIPAL NELSON CASTANHA, na qual fizeram-se presentes Professores e alunos do Ensino Fundamental II, num total de 60, aproximadamente.

Reverência ao Destino

Reverência ao Destino
"Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião... Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer. Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias... Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros. Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir... Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso. Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma... Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado... Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente conhece. Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã... Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e às vezes impetuosas, a cada dia que passa. Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar... Difícil é mentir para o nosso coração. ( ... ) ( Extraído do Livro Ágape - fls. 119/120 )

UM ARTISTA BEZERRENSE QUE É DESTAQUE NACIONAL

UM ARTISTA BEZERRENSE QUE É DESTAQUE NACIONAL
José Roberval de Lima - Artista Plástico (81)91795913 E-mail: jrobeval@hotmail.com

CANTORES BEZERRENSES

CANTORES BEZERRENSES
WALTER LINS - CANTOR / COMPOSITOR - CONTRATE: (081) 9660-2325

CHARLES ALEXANDRE - CANTOR / COMPOSITOR - CONTRATE: (81)9124.5303 - E-mail: charles_alexandre2010@yahoo.com.br

MARCOS MONTEZ - CONTRATE, ligue para: (81)9646.6067 - (81)8825.0643 ou marcosmontez@bol.com.br